Reconhecido como um dos grower champagne mais cultuados do mundo, Jérôme Prévost trabalhou de perto com o icônico produtor Anselme Selosse.
Em 1987 assumiu uma única parcela de cerca de 2 hectares de vinhas velhas herdadas de sua família no vilarejo de Gueux.
Durante os primeiros dez anos, vendeu suas uvas para grandes maisons por não possuir uma adega própria. Suas primeiras safras sob a marca própria foram engarrafadas no Domaine Jacques Selosse.
Com foco na transparência dos solos e leveduras indígenas, os vinhos estagiam em barris de carvalho e são engarrafados sem colagem ou filtração.
As uvas são provenientes de parcelas Grand Cru, incluindo Chardonnay de Le Mesnil-sur-Oger (Côte des Blancs) e Pinot Noir de Puisieulx (Montagne de Reims), plantadas nos anos 1960 em solos de calcário luteciano, o mesmo tipo de pedra utilizado nas catedrais de Reims e de Paris.

É um champanhe intenso, longo, profundo e de acidez vibrante, com notas cítricas e de frutas brancas, cercadas por um elegante toque salino.
Extremamente escasso no mercado global, pode ser apreciado no SÁLA de João Sá por 295€.