Cássio Batista está fazendo um trabalho extraordinário no Bar Coreto. O mixologista utiliza exclusivamente insumos e destilados produzidos em Minas Gerais. Xaropes, fermentados e vermutes são feitos na casa para criar releituras mineiras de coquetéis clássicos e autorais.
O vermute artesanal de jabuticaba foi feito para compor o Rabo de Galo (R$60). A versão de Bloody Mary (R$70) leva, além da vodca mineira Deslim, um toque de cachaça Sagrada Amburana, que se juntam ao delicioso molho de tomate temperado, finalizado com ar de salsão.

Por sinal, Cassin Batista tem sido reconhecido por elevar o status da cachaça artesanal por meio de técnicas modernas de coquetelaria. Feito com Colombina Jatobá, o Trem Azul (R$65) é um coquetel autoral colorido por uma tônica de jenipapo, fonte natural de obtenção do raro corante azulado.

A cachaça Bem Me Quer Bálsamo mostra-se suave no Cheiro de Mato (R$50) enquanto a cachaça Guaraciaba Jequitibá aparece em perfeito equilíbrio no Galeguinho (R$50), ambos deliciosamente cítricos.
Quem prefere sabores adocicados deve pedir o Bramble (R$50) com gin mineiro Lamas Balm infusionado na banana passa e creme murê da casa (R$65).
Burrata, cogumelo, morango e baru (R$115) formam uma combinação perfeita.

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Bar Coreto na minha coluna de gastronomia do jornal Cidade Conecta.
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Bar Coreto
Rua da Bahia, 2200, 10º andar, Hotel Tribe, Lourdes, Belo Horizonte, MG, Brasil