Durante o Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes 2025, restaurantes parceiros promovem eventos elaborados especialmente para a ocasião, como o Festim do Tragaluz em cinco tempos (R$532). Ótima oportunidade para passear pelo cardápio da casa e explorar os pratos consagrados.

A noite teve início com um cone crocante recheado com patê de fígado de Galinha-d’angola e geleia de jaboticaba.

Adoro a entrada “Minas é Muitas”, composta de quiabo enrolado no “lardo mineiro”, jiló na mostarda L’Ancienne, broinha de milho fresco com queijo azul mineiro, tomatinhos assados e coalhada seca de cabra.

Na sequência veio o confortante creme de abóbora assada com chips de carne seca.

As opções para o primeiro prato principal foram o gnocchi de mandioca com linguiça caipira mineira, guanciale, cogumelo seco, creme fresco, espinafre, sálvia e parmesão d’Alagoa.

ou o arroz negro cremoso, castanhas, frutos secos e truta defumada, nem sei dizer o mais saboroso.

Na próxima etapa foi difícil escolher entre Pintada Tragaluz, aquele icônico arroz caldoso de galinha d’Angola confit

ou a bochecha de porco glaciada com um denso roti e um aveludado purê de cará defumado. A tática que sempre adoto é garfar o prato do companheiro, já que no Tragaluz todos os pratos são sempre ótimas pedidas.

Tão famosa quanto a Pintada Tragaluz , a Goiabada Tragaluz é prensada na castanha de caju granulada, frita na manteiga, deitada no queijo cremoso e acompanhada de sorvete artesanal de goiaba, maravilhosa. Vale pena provar também o doce de leite ligeiramente queimado com farofinha de nozes, queijo Canastra meia cura e sorvete de queijo.

Tragaluz na minha coluna de gastronomia do Cidade Conecta
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Fartura Gastronomia