Fundada em 1772 por Philippe Clicquot-Muiron teve o comando assumido pela viúva Barbe-Nicole Clicquot-Ponsardin aos 27 anos de idade.

Tornou-se ícone de sofisticação e empreendedorismo feminino, produz 20 milhões de garrafas ao ano.

Madame Clicquot revolucionou a produção de champanhe ao desenvolver a técnica de clarificação (ou dégorgement) e a mesa de remuage (ou pupitre).

Ela foi a responsável por criar o primeiro champanhe rosé por meio do método de assemblage (blend), que consiste em misturar vinho tinto com vinho branco para obter a cor e o perfil desejado.

 

O tour sensorial começou pela exploração de aromas no jardim da Maison Veuve Clicquot.

Enquanto aprendíamos um pouco mais sobre a história de Madame Clicquot, exploramos a caixa de aromas perceptíveis nos vinhos. Percebemos fruras, flores, baunilha, pimenta, café, avelã, sândalo, maresia…

E então descemos os 116 degraus da escadaria que leva até os crayères.

São 24km de caves subterrâneas com umidade 70% e temperatura constante a 10 graus, naturalmente climatizado pelas paredes de giz.

Foi nesse cenário a harmonização de champagne com queijos comté 12 e 24 meses, parmesão e mimolette. Degustamos os rótulos Veuve Clicquot vintage safras 2015 (71€), 1998 (210€) e 1995 (225€).

A vintage 1998 mostrou na taça uma acidez viva e bem integrada, com uma textura cremosa, um final longo e refinado enquanto a 1995 apresentou notas mais tostadas e complexidade de envelhecimento.

A lojinha é uma perdição, com vários acessórios da marca.

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Veuve Clicquot na minha coluna de gastronomia do jornal Cidade Conecta.

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Veuve Clicquot

1 Rue Albert Thomas, Reims, França

www.veuveclicquot.com